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Camus
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Ninguém nos salva além de nós mesmos. Ninguém pode e ninguém pode. Nós mesmos devemos trilhar o caminho.
― Gautama Buda
Jordan Peterson alerta sobre uma linha de falha cultural que ele identificou nos anos 90 — uma que ainda pode destruir o Ocidente:
"QI é um preditor cruel de sucesso a longo prazo. É de longe o melhor preditor — cinco vezes mais poderoso que a consciência, o segundo melhor."
A conscienciosidade (diligência + ordem) está ligada ao conservadorismo, tradicionalismo e ceticismo em relação a grupos externos.
Mas é muito mais difícil medir com precisão — não existe nenhum teste de laboratório limpo; Ele depende de auto-relatos e avaliações dos observadores.
QI? Fácil, robusto e brutalmente preditivo. Diferenças extremas colocam indivíduos com QI alto em um universo de produtividade diferente.
Peterson enfatiza:
Inteligência ≠ moralidade.
QI alto traz uma tentação luciferiana—intelecto arrogante que presume que seus próprios sistemas racionais devem governar o mundo.
No entanto, a variação é tão grande que negá-la corre o risco de uma catástrofe.
Ele teme que estejamos navegando direto para aquele "cardume" onde dons cognitivos desiguais encontram valor moral igual — e a colisão pode ser devastadora.
Em 2026, com a IA ampliando ainda mais as disparidades cognitivas, o alerta de Peterson sobre os anos 90 é mais relevante do que nunca?
Qual é a sua opinião — a sociedade minimiza as diferenças de QI por sua conta e risco, ou o verdadeiro perigo é obcecado por elas?
Helen Andrews vai direto ao ponto:
Startups continuam dominadas por homens porque são obcecadas por uma coisa — decolar. Quando crescerem, adicione RH, benefícios, estrutura... De repente, as mulheres aparecem em números muito maiores.
"É simples demografia e observação: cinco caras numa garagem? Principalmente homens.
Transformá-la em uma instituição de verdade, com políticas, equipes e sistemas de apoio? As mulheres prosperam lá."
Ela argumenta que ambientes orientados por missão, de alto risco e que envolvem tudo naturalmente atraem menos mulheres — até que o caos seja domado e a empresa se profissionalize.
Honestidade brutal ou simplificação excessiva?
Você vê o mesmo padrão em startups onde trabalhou ou seguiu?
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Chris Williamson retrata o Complexo Cassandra em uma verdade brutal:
Estar certo cedo demais parece pior do que estar errado.
Você vê a tempestade chegando, avisa todo mundo — e é ridicularizado, ignorado, rotulado de alarmista, xenofóbico, desconectado da realidade ou louco.
Mito grego: Cassandra recebeu a profecia perfeita de Apolo, depois amaldiçoada para que ninguém jamais acreditasse nela. Ela previu a queda de Troia. Ninguém ouviu. A cidade queimava.
A história real ecoa isso:
- Rachel Carson alertou sobre pesticidas em Primavera Silenciosa (1962). A indústria química a difamou como histérica. Décadas depois, o DDT foi proibido e nasceu o movimento ambiental moderno.
- Ignaz Semmelweis implorou aos médicos para lavar as mãos na década de 1840 para combater a febre puerperal. Os colegas riram. Ele morreu em um asilo. A teoria germinal provou que ele estava certo 20 anos depois.
- Copérnico adiou a publicação do heliocentrismo por décadas, lançando-o apenas em seu leito de morte para evitar represálias. Galileu gritou a mesma verdade um século depois — foi julgado pela Inquisição, forçado a se retratar e viveu em prisão domiciliar para sempre.
Estar certo não é suficiente.
Chegar cedo pode te destruir.
O mundo pune os profetas até que o desastre aconteça — então, de repente, eles se tornam visionários.
Quem é a Cassandra na sua vida (ou nas manchetes de hoje) que você agora percebe que estava certa cedo demais?
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