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Em um novo trecho de entrevista de 4:45, a Dra. Sherri Tenpenny acabou de dizer em voz alta o que vem alertando há 25 anos — e isso é absolutamente arrepiante.
Agora ela se recusa a chamar o cronograma infantil de "programa de vacinação" por mais tempo.
Palavras exatas dela:
"É o Programa de Envenenamento Pediátrico.
Para adultos, é o Programa de Agressão Adulta."
Aqui está a linha do tempo que ela apresenta que vai fazer seu sangue gelar:
1986 – O Congresso aprova a Lei de Compensação por Lesões por Vacinas, dando proteção total de responsabilidade às empresas farmacêuticas.
Na época, havia APENAS três vacinas rotineiramente dadas a crianças americanas: DTP, MMR e poliomielite.
Os legisladores achavam que estavam protegendo algumas vacinas.
Eles não tinham nenhuma previsão.
Então as comportas se abriram.
1991 → Hepatite B dada no dia do nascimento + Hib
Depois catapora, Prevnar, Gardasil, rotavírus, Hepatite A, quatro vacinas diferentes contra meningite...
Hoje, bebês nos EUA podem receber até 28 injeções até o primeiro aniversário.
O Dr. Tenpenny mostrou um gráfico que acompanha as taxas de autismo em relação à introdução de novas vacinas.
Cada vez que uma nova vacina era adicionada, a linha do autismo disparava quase verticalmente para cima.
2000 → 1 em cada 150 crianças
2025 → 1 em cada 30 no país (alguns estados 1 em cada 22)
E ainda nos dizem "não sabemos o que causa isso — provavelmente genética."
Ela diz que, aos 2 anos — antes que os rins estejam maduros o suficiente para excretar alumínio — as crianças americanas que seguem o cronograma do CDC terão recebido cerca de 4.700 microgramas de alumínio injetado que pode atravessar a barreira hematoencefálica e se acumular no cérebro, ossos, fígado e rins.
Estudos recentes de grande porte que ela cita:...
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